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23 Apr 2019 12:05
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<h1>Organic' SXSW Blogger Buzz?</h1>

<p>Rob&ocirc;s e &quot;fake news&quot; exploram divis&otilde;es da popula&ccedil;&atilde;o pra manipular avalia&ccedil;&otilde;es e sufocar o debate de t&oacute;picos primordiais nas m&iacute;dias sociais. Transpar&ecirc;ncia em plataformas poder&aacute; ser chave para reduzir o impacto dessas ferramentas. Desde a elei&ccedil;&atilde;o de Donald Trump como presidente dos Estados unidos, no t&eacute;rmino de 2016, o uso de not&iacute;cias falsas em m&iacute;dias sociais pra manipular a opini&atilde;o p&uacute;blica se tornou uma amargura em imensos pa&iacute;ses, incluindo o Brasil. Com a proximidade do pleito presidencial de outubro, h&aacute; no Congresso incont&aacute;veis projetos de lei para coibir essa pr&aacute;tica. Al&eacute;m das chamadas fake news, rob&ocirc;s ou bots bem como t&ecirc;m sido utilizados para tentar influenciar elei&ccedil;&otilde;es.</p>

<p>S&atilde;o programas de micro computador que fazem tarefas automatizadas, como seguir perfis de candidatos e falar sobre este tema conte&uacute;dos em m&iacute;dias sociais pra que pare&ccedil;am mais populares. Os principais l&iacute;deres da briga presidencial brasileira possuem entre seus seguidores no Twitter milhares de bots, segundo um levantamento da ONG InternetLab. Tal not&iacute;cias falsas quanto bots prosperam ao sondar a polariza&ccedil;&atilde;o social para fins eleitorais, mostram especialistas.</p>

<p> Sete Dicas Para a Sua Organiza&ccedil;&atilde;o , pesquisadora do Projeto de Propaganda Computacional da Faculdade de Oxford, grupo que investiga como algoritmos e automa&ccedil;&atilde;o s&atilde;o utilizados nas redes sociais para manipular a popula&ccedil;&atilde;o. De acordo com busca da ag&ecirc;ncia We Are Social, 87,7% dos brasileiros s&atilde;o usu&aacute;rios ativos de m&iacute;dias sociais no Brasil e s&atilde;o capazes de ser expostos a not&iacute;cias falsas e bots. Atores escusos apostam na frustra&ccedil;&atilde;o de parcela da popula&ccedil;&atilde;o com o establishment para obter terreno. Nick Monaco, pesquisador em desinforma&ccedil;&atilde;o no Laborat&oacute;rio de Intelig&ecirc;ncia Digital do Instituto para o Futuro (EUA) e no Projeto de Propaganda Computacional, al&eacute;m de ex-integrante do Jigsaw, think tank do Google.</p>

[[image http://oursocialtimes.com/wp-content/uploads/2017/03/social-media-marketing-2.png&quot;/&gt;

<ul>
<li>Converter cliques numa a&ccedil;&atilde;o, que poder&aacute; ser adquirir, preencher um formul&aacute;rio, entre novas</li>
<li>Analise seus concorrentes</li>
<li>Observe a linguagem</li>
<li>Fa&ccedil;a uma promo&ccedil;&atilde;o/concurso</li>
<li>2&ordm; dica - Grude teu nome na cabe&ccedil;a das pessoas</li>
<li>O que &eacute; Klout e primeiros passos no exerc&iacute;cio deste indicador</li>
<li>Construa uma comunidade</li>
<li>um Atua&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tico-social 1.Um Frentecom</li>
</ul>

<p>Pra combater as fake news, o Facebook fez parcerias com ag&ecirc;ncias de checagem de dados em 14 pa&iacute;ses, incluindo Brasil, EUA e M&eacute;xico. Essas ag&ecirc;ncias verificam assunto suspeito e s&atilde;o certificadas na International Fact-Checking Network (IFCN), uma organiza&ccedil;&atilde;o apartid&aacute;ria que garante imparcialidade e transpar&ecirc;ncia dos verificadores. A iniciativa do Facebook de imediato ajudou a conter o alcance org&acirc;nico de fake news pela plataforma em at&eacute; 80%. O Brasil, todavia, foi o &uacute;nico na&ccedil;&atilde;o a mostrar a&ccedil;&atilde;o virulenta contra a propor&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>Grupos que se autodenominam liberais e de direita atacaram profissionais das ag&ecirc;ncias Lupa e Aos Dados, parceiros da m&iacute;dia social, acusando-os de serem &quot;esquerdistas&quot;. H&aacute;, no entanto, formas de combater a desinforma&ccedil;&atilde;o sem arredar conte&uacute;dos do ar, como educar usu&aacute;rios e fornecer mais informa&ccedil;&otilde;es sobre isto anunciantes. No passado, pol&iacute;ticos utilizavam bots para receber mais seguidores e derramar seus conte&uacute;dos.</p>

<p>Nos dias de hoje, os rob&ocirc;s t&ecirc;m fun&ccedil;&otilde;es mais manipuladoras. Bots t&ecirc;m ainda sido usados para atacar opositores ou jornalistas, com o foco de silenci&aacute;-los e de construir a compreens&atilde;o de legitimidade p&uacute;blica &agrave;s agress&otilde;es. O M&eacute;xico &eacute; um exemplo de onde bots suprimem o Entenda Desculpa Sens&iacute;vel Na Qual Mion N&atilde;o Levou Filho Com Autismo A Viagem De Fam&iacute;lia . No tema de elei&ccedil;&otilde;es, os bots semeiam confus&atilde;o e &quot;envenenam&quot; hashtags conhecidos, resultando-as menos importantes, como por exemplo, ao tuit&aacute;-las com fotos de gatos. Mesmo que um estudo do Massachusetts Institute of Technology (MIT) indique que humanos divulgam not&iacute;cias falsas no Twitter de forma muito mais r&aacute;pida do que bots, esses rob&ocirc;s assim como espalham fake news. Movimento SP Invis&iacute;vel Quer Desenvolver Livro De Perfis De Moradores De Rodovia imediatamente fez modifica&ccedil;&otilde;es para definir o encontro de not&iacute;cias falsas e bots. A corpora&ccedil;&atilde;o proibiu a divulga&ccedil;&atilde;o de assunto parelho por algumas contas do TweetDeck, um aplicativo para administrar tu&iacute;tes, e tamb&eacute;m vir removendo contas suspeitas.</p>

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